Doutor Estranho é defendido por ator após personagem ser xingado por fãs

Ator explicou que personagem é um ser humano e cometeu um erro como qualquer pessoa

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Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, o ator Benedict Cumberbatch explicou todo o raciocínio por trás da decisão do Doutor Estranho de fazer o feitiço que escondeu a identidade de Peter Parker do mundo, mas que acabou desencadeando todo o desastre do Multiverso.

Ele respondeu às críticas dos fãs, defendendo o personagem e explicando que ele é um ser humano como qualquer outro e cometeu um erro.

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“Ele é um ser humano e acho que foi um erro muito humano. Ele viu Peter como um soldado de infantaria e, em seguida, como um adolescente passando por uma experiência muito formativa de não ser capaz de ser seu verdadeiro eu por ter sido exposto e ter perdido um mentor, [Estranho] decidiu intervir com um gesto de muito boa intenção.”, falou o ator.

“Acho que o feitiço, por si só, pode ter dado certo”, continuou ele. “Todo mundo esquece que Peter interrompe o feitiço tantas vezes, e foi isso que o corrompeu.”

“Acho que alguém que se preocupa com alguém pode ser perdoado por fazer algo que tem consequências [negativas].”

“Mas, naquele momento, foi a tentativa de ajudar um que adolescente que o levou a fazer uma coisa para o bem maior, e não por uma razão egoísta, que seria não fazer esse feitiço para que ele pudesse continuar uma amizade com o cara que ele se importa.”, finalizou o ator.

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Benedict Cumberbatch como Doutor Estranho no MCU (Reprodução / Marvel)
Benedict Cumberbatch como Doutor Estranho no MCU (Reprodução / Marvel)

O resultado do feitiço fracassado já é conhecido do público. Vários vilões de franquias anteriores do Homem-Aranha foram trazidos para o MCU, incluindo o Duende Verde, interpretado por Willem Dafoe, e o Doutor Octopus (Alfred Molina).

Benedict Cumberbatch também comentou como se sentiu ao dar vida às variantes do Doutor Estranho no novo filme do MCU

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Ele explicou que cada variante é de uma forma por causa das suas próprias escolhas e experiências de vida e que se sentiu desafiado de uma maneira positiva ao interpretar tudo isso diante das câmeras e fazer com que o público entendesse que cada personagem era independente um do outro.

“Eu acho que é [o] mesmo – igual, mas diferente. Você precisa obter uma correlação para saber que está assistindo a uma iteração que, basicamente, talvez por meio de escolhas ou circunstâncias e ambiente, teve um resultado diferente.”, disse ele.

“Mas é um bom tipo de loop que alimenta a autodescoberta e a autoterapia para o personagem que conhecemos do nosso universo, sobre como ele melhora suas escolhas ou a situação. Então é uma coisa divertida de explorar. É um dos paradoxos que uma narrativa multiversal irá apresentar, e eu estava animado com esse desafio.”, disse ele.

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