Astro da Marvel estará em novo filme de cineasta coreano junto com Robert Pattinson

Filme adaptará romance Mickey7, escrito por Edward Ashton.

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O diretor coreano Bong Joon Ho, que venceu o Oscar com Parasita, está agora produzindo seu mais novo filme que ainda não tem título definido, mas terá Robert Pattinson no elenco principal.

O projeto é inspirado no romance Mickey7, do escritor Edward Ashton e, além de Pattinson, está agora agregando mais nomes famosos ao elenco.

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Recentemente, o portal Deadline afirmou que Mark Ruffalo, o Hulk do Universo Cinematográfico da Marvel, e as atrizes Toni Collete e Naomi Ackie também estarão no filme.

Mark Ruffalo como Bruce Banner no MCU (Reprodução / Marvel)
Mark Ruffalo como Bruce Banner no MCU (Reprodução / Marvel)

Toni Collete é conhecida por ter atuado em sucessos como O Sexto Sentido e O Beco do Pesadelo.

Já Naomi Ackie esteve, recentemente, em Star Wars: A Ascensão de Skywalker.

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O livro Mickey7 conta a história de um funcionário descartável de uma expedição humana que foi enviada para colonizar o mundo de gelo chamado Niflheim.

Lá ele sempre se torna o escolhido para enfrentar qualquer missão perigosa que surja, uma vez que ele tem a capacidade de se regenerar e ainda é capaz de se lembrar da maioria das coisas que aconteceram.

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No entanto, após seis mortes, ele finalmente entende os termos cruéis de seu trabalho.

De acordo com publicação do site Observatório da Televisão, algumas fontes ligadas ao filme afirmaram que o enredo poderá sofrer algumas alterações.

Ainda não foi divulgada uma data de estreia oficial para a produção.

Robert Pattinson explica por que final de Batman é diferente dos demais

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Por falar em Pattinson, o ator explicou que a trajetória do herói neste filme é diferente dos demais, com ele começando a criar esperanças de que suas ações possam vir a promover mudanças em Gotham.

“Sempre gostei da ideia de ele no final, se permitir ter um pouco de esperança. É provavelmente a coisa mais dolorosa que ele teve que fazer”, falou ele.

“É muito mais doloroso do que qualquer coisa que ele teve que experimentar, porque se fechou para sentir qualquer coisa, e tudo que quer é apenas sair e lutar. Se ele se permite pensar que há uma possibilidade de mudança positiva, então pode se machucar novamente, sentir a decepção e o fracasso disso também, que eu acho que ele está tentando esconder também”, ele afirmou.

“Uma das primeiras ideias que tive sobre isso foi… Acho que muitos dos finais das histórias do Batman é que termina com Batman acreditando que ele deu esperança à cidade, e ele acha que o símbolo do Batman e o que ele fez ao longo da história, esperançosamente, inspirar a cidade a ter uma visão mais esperançosa, e criar um futuro melhor.

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Nisso (o filme atual), sempre imaginei que ele está tão comprometido com a escuridão e o niilismo que, na verdade, é a cidade que o abre para um pouco de esperança”, ele explicou.

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